*CONTEM
SPOILER
SINOPSE
O filme é a adaptação
cinematográfica do livro “Cidades de Papel” de John Green. Ele conta a historia
de Quentin (Nat Woff) que tem um amor platônico pela sua vizinha e colega de
escola Margot (Cara Delevingne) que uma certa noite invade o quarto do garoto
com um plano de vingança contra seu ex-namorado, depois de uma noite de
aventuras Margot desaparece, literalmente, no outro dia, mas não sem deixar
pistas, o que faz com que Quentin embarque numa espécie de Road trip, junto com seus amigos Ben (Austin Abrams) e Radar (
Justice Smith), seu final é totalmente inesperado (afinal de conta se trata de
John Green). Quentin encontra Margot, porem ela não queria ir embora com ele,
não queria voltar, ele acaba voltando sozinho.
A
IDEIA QUE O FILME NOS PASSA:
John Green é conhecido por falar a “língua dos adolescentes”, eu particularmente adorei o filme, ele começa como aquele típico clichê que nos tanto amamos, mas seu final é totalmente inesperado, muitos não gostaram do final, pois ele realmente fugiu do padrão, por se tratar de um filme de romance adolescente, sempre torcemos para que o casal fique junto, mas o filme nos mostra mais sobre um pouco do amor próprio, amor entre amigos. Quentin percebe os amigos incríveis que ele tem ao lado dele, e para de transforma-la (Margot) em algo muito maior do que ela realmente é, Bem sente a mesma coisa em relação a Lacey quando percebe a enorme diferença entre a versão idealizada da garota que gosta e a versão real dela
TRECHO DO
LIVRO:
No final do filme Margot disse
que não se conhece direito, que não vê vivendo os modelos tradicionais de vida
que é: ter uma boa casa, uma boa família, bom marido... E então Quentin
pergunta:
Então, faço uma pergunta a Margo Roth Spiegelman:
- Se você ainda não encontrou a si mesma, como pode ter tanta certeza
sobre suas opiniões em relação à vida e ao futuro? Como sabe que os moldes
tradicionais de vida não combinam com você?
Eu
particularmente achei uma pergunta muito interessante e profunda, daquelas que
fazem a gente para e analisar toda a nossa vida.Você jovem adolescente, ou de
qualquer outra idade, já se fez esta pergunta?
Critica ao filme: Cidades de Papel
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